VADIANDO NA REDE

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25 ANOS DO ÁLBUM ASYLUM

Kiss_-_asylum

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  1. King Of The Mountain" (Paul Stanley, Bruce Kulick, Desmond Child) – 4:17
    • Líder Vocal - Paul Stanley
  2. "Any Way You Slice It" (Gene Simmons, Howard Rice) – 4:02
    • Líder Vocal - Gene Simmons
  3. "Who Wants To Be Lonely" (Paul Stanley, Desmond Child, Jean Beauvoir) – 4:01
    • Líder Vocal - Paul Stanley
  4. "Trial By Fire" (Gene Simmons, Bruce Kulick) – 3:25
    • Líder Vocal - Gene Simmons
  5. "I'm Alive" (Paul Stanley, Bruce Kulick, Desmond Child) – 3:43
    • Líder Vocal - Paul Stanley
  6. "Love's a Deadly Weapon" (Gene Simmons, Paul Stanley, Rod Swenson, Wes Beech) – 3:29
    • Líder Vocal - Gene Simmons
  7. "Tears Are Falling" (Paul Stanley) – 3:55
    • Líder Vocal - Paul Stanley
  8. "Secretly Cruel" (Gene Simmons) – 3:41
    • Líder Vocal - Gene Simmons
  9. "Radar For Love" (Paul Stanley, Desmond Child) – 4:02
    • Líder Vocal - Paul Stanley
  10. "Uh! All Night" (Paul Stanley, Desmond Child, Jean Beauvoir) – 4:01
    • Líder Vocal - Paul Stanley

 

 

Posted June 5, 2010

SOUNDTRACK - YOU GOT SERVED

 

Eua, 2004. No Brasil, o filme ganhou o nome de "

Entre Nesta Dança: Hip Hop No Pedaço". Consegui juntar ao cd principal, bonus de outras músicas do filme não inclusas. O cd é basicamente músicas do B2K.

Ouça aqui trechos do Cd

 

Baixar Cd principal(71.7Mb)

 

01. Badaboom - B2k feat. Fabolous

 

02. Do That Thing - B2k feat. Lil Kim

 

03. Take it to the floor - B2k

 

04. Sprung - B2k

 

05. Out the hood - B2k

 

06. Streets in Callin - B2k

 

07. Izzogot flow - B2k

 

08. Happy - Jhene feat. B2k

 

09. Smile - Marques Houston

 

10. Smellz like a party - Oryan feat. Rufus Blaq

 

11. The one - Atl

 

12. Can I Get it back - Xso Drive feat. Red Cafe

 

13. Ante up (Robbin woodz theory) - M.O.P. feat. Funkmaster Flex

 

14. Uh huh (Ron G Remix) - B2k

 

Baixar Cd Bonus(103.25Mb)

 

Aceyalone - Find out(feat. Riddlore)

 

Anthony Hamilton - Comin' from where I'm from

 

B2k - Drop

 

B2k feat. Nascar - Uh Huh (Remix)

 

Black & White brothers - Pump it up

 

Black Eyed Peas - Anxiety

 

Black Sheep - The choice is yours

 

Blackalicious - Release

 

Dmx - Get it on the floor (feat. Swizz Beatz)

 

Freeway - Flipside (feat. Peedi Crakk)

 

Kool and The Gang - Summer madness (feat.Yousso)

 

Ludacris - Stand up (Dirty)

 

Method man - Uh huh

 

Nas - Heaven

 

Redman - Time for Sum Aksion

 

Trouble funk - Pump me up

 

192Kbps - Mp3 - .rar - Divshare

Posted May 19, 2010

1° DE MAIO

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1º de Maio – Dia Mundial do Trabalho

 

“A história do Primeiro de Maio mostra, portanto, que se trata de um dia de luto e de luta, mas não só pela redução da jornada de trabalho, mais também pela conquista de todas as outras reivindicações de quem produz a riqueza da sociedade.” – Perseu Abramo

 

 

    O Dia Mundial do Trabalho foi criado em 1889, por um Congresso Socialista realizado em Paris. A data foi escolhida em homenagem à greve geral, que aconteceu em 1º de maio de 1886, em Chicago, o principal centro industrial dos Estados Unidos naquela época.

    Milhares de trabalhadores foram às ruas para protestar contra as condições de trabalho desumanas a que eram submetidos e exigir a redução da jornada de trabalho de 13 para 8 horas diárias. Naquele dia, manifestações, passeatas, piquetes e discursos movimentaram a cidade. Mas a repressão ao movimento foi dura: houve prisões, feridos e até mesmo mortos nos confrontos entre os operários e a polícia.

    Em memória dos mártires de Chicago, das reivindicações operárias que nesta cidade se desenvolveram em 1886 e por tudo o que esse dia significou na luta dos trabalhadores pelos seus direitos, servindo de exemplo para o mundo todo, o dia 1º de maio foi instituído como o Dia Mundial do Trabalho.

Fonte: IBGE / Ministério do Trabalho

Posted May 1, 2010

CINCO TRUQUES QUE USAM A TECLA ESC

Cinco truques que usam a tecla Esc


A tecla Esc funciona em diversos aplicativos para cancelar determinadas ações. Ela serve para fechar caixas de diálogo, cancelar menus, sair do modo Exposé e muito mais. Essas funções são muito óbvias e conhecidas pela maioria dos usuários, mas existem outras ocultas e desconhecidas. Conheça cinco recursos da tecla Esc que poderão mudar seu jeito de trabalhar.

1. Pegue um atalho para voltar ao programa inicial

Você já deve ter usado o comando Command-Tab para alternar entre as janelas dos programas em execução. Quando vários programas estão abertos, é possíver usar as setas do teclado para esquerda ou direita e selecionar mais rapidamente o programa em destaque. E se por acaso você está selecionando uma janela para ser aberta e lembra que esqueceu de copiar algum conteúdo da janela anterior? O que fazer para economizar tempo e não ter de voltar entre tantas janelas abertas? Antes de soltar a tecla Command, no recurso Command+Tab, pressione a tecla Esc que a tela do programa volta em destaque.

2. Apagar e sair do menu Spotlight
Se você quiser apagar o conteúdo digitado no campo de busca do Spotlight, e não tem vontade de ter o trabalho tedioso de apagar letra por letra, pressione Esc. Se a busca não mostrou o resultado esperado, use essa mesma tecla para limpar o campo e a lista de resultados. Ela pode ser pressionada duas vezes: na primeira você apaga o campo da busca, e na segunda vez ele é fechado.

3. Esconder o cursor no navegador
Talvez seja algo de pouca importância, mas, em alguns casos, o cursor do mouse atrapalha sua visão se estiver no lugar errado. É como uma mosca pousada na tela da TV. Se você usa o Safari, ou mesmo o Firefox como navegador principal de seu Mac, pressione a tecla Esc para desaparecer com o cursor instantaneamente. Ele reaparece quando o mouse é movimentado.

4. Essa aba não pode virar janela
Para deixar as janelas mais organizadas, inventaram as abas. Elas ficam agrupadas em uma barra no alto da tela para evitar que várias janelas do mesmo programa sejam abertas. Para transformar uma aba em janela, é necessário arrastá-la para fora da barra, mas se você mudar de ideia, basta pressionar Esc antes de soltar o clique do mouse. A aba voltará para a posição original. Esse truque funciona no Firefox, no Safari e em qualquer outro programa capaz de transformar abas em janelas.


Se você mudar de ideia ao transformar a aba em janela, pressione Esc que tudo volta ao normal

5. Mude a ferramenta de seleção dentro de uma caixa de texto no InDesign
No InDesign, os atalhos V para selecionar a seta e T para usar a ferramenta de texto são bons exemplos de como podem nos ajudar na hora da edição. O problema é quando a caixa de texto está aberta. As teclas dos atalhos aparecem como caracteres. É preciso desativar a caixa de texto para usar a letra de atalho. Como fazer isso de maneira prática? Tecla Esc. A caixa de texto será desativada e o próximo atalho poderá ser usado normalmente.


Fonte: http://br.tecnologia.yahoo.com/05112009/77/tecnologia-cinco-truques-tecla-esc.html

PASSO-A-PASSO PARA USAR TUBE2TONE

Passo 1

Para criar um toque/ringtone acesse o serviço no Youtube copie o endereço do vídeo e cole no campo que aparece no site do Tube2Tone e clique no botão Search. (conforme figura 1)

figura 1 - copie e cole o endereço neste campo

Passo 2

Aguarde o vídeo ser carregado e ele tocará automaticamente. Escolha o trecho que será gravado e clique no botão Record. (conforme figura 2)

figura 2 - escolha o trecho que deseja gravar em clique no botão Record

Passo 3

Quando estiver satisfeito com o trecho gravado clique no botão Create (conforme figura 3),  e aguarde a ferramenta ser carregada com o trecho gravado. (conforme figura 4)

figura 3 - definido o trecho desehado clique em Create

 

figura 4 - aguarde o carregamento da ferramenta com o trecho gravado

 

Figura 4

Passo 4

Aparecendo a ferramenta com o trecho selecionado, escolha o formato que deseja converter e clique em Download (conforme figura 5). Observe que existe a opção de enviar o formato para seu email ou de um amigo ou até enviar via SMS (não disponível para operadoras brasileiras).

figura 5 - escolha o formato e clique em Download

Passo 5

Agora a palavra que eu gosto: compartilhar!

O site oferece um endereço próprio do trecho gravado para você compartilhar com seus amigos! (conforme figura 6). Clique no botão Save e pronto. Copie o endereço que aparece no campo Share e divulgue, ao lado desta opção o site disponibiliza 4 serviços de redes sociais: Youtube, MySpace, Facebook e Twitter.

figura 6 - compartilhe com seus amigos

Agradeço a fonte: DSXBrasil

 

O QUE ESCONDE O CD DE INSTALAÇÃO DO WINDOWS XP

Wxp
Descubra aquilo que o CD do Windows XP lhe esconde…
O CD de instalação do Windows XP inclui mais de 20 programas utilitários, que não são instalados com o sistema:
Coloque o CD de instalação do seu Windows XP, abra o explorador do Windows (ou “O meu computador”) para ver o conteúdo do CD. 
Clique na pasta “SUPPORT” e depois em “TOOLS”.
Dentro desta pasta pode abrir (com um duplo clique) o ficheiro “Readme.HTM”, o qual inclui todas as informações (em inglês) sobre estes programas.
Faça um clique em “SETUP.EXE” e inicie o assistente de instalação. Todos os programas serão instalados na pasta “ProgramasSupport Tools”, na unidade de disco onde o seu Windows XP está instalado, mas destinam-se a ser utilizados em modo “Linha de comandos” (depois do comando “CMD” na ferramenta “Executar”, acessível com a pressão das teclas “Win” – “R”).
Dentro do menu “Iniciar - Programas” encontra também a nova pasta “Windows Support Tools”. Nesta, clique em “Support Tools Help”, abre-se uma janela com todos os programas que acabou de instalar, e um clique em cada um dá-lhe as informações sobre as funções e utilização do programa respectivo. Mais ajuda sobre alguns dos comandos pode ser obtida já depois da Berta uma janela de “Linha de comandos”, escrevendo o nome do comando seguido de “/?” (sem aspas, por exemplo “APMSTAT/?”).
Da redacção:
São na realidade aplicações muito interessantes, que praticamente todos os utilizadores desconhecerão que possuem no CD de instalação do Windows, embora não sejam de uso fácil para utilizadores menos experientes, mas “quando a necessidade aperta a habilidade desperta”… até porque praticamente todos estes programas se executam com janelas do Windows e não em modo de comandos.
No entanto fica um aviso:
Com o SP2 para o Windows XP alguns dos “Support Tools” contidos no CD original não são compatíveis, foram actualizados, e poderão ser recolhidos via Internet, fazendo uma pesquisa de “Support Tools” em http://www.microsoft.com/downloads/

MARGE SIMPSON NA PLAYBOY USA

A matriarca da família Simpson aceitou o desafio da revista Playboy e posou para a edição de Novembro da revista masculina.


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O ATUAL E O PRIMEIRO HINO BRASILEIRO

História do Hino Nacional Brasileiro e do Hino da Proclamação da República
(Fonte: A História dos Símbolos Nacionais, de Milton Luz. Fundação da Biblioteca Nacional - Ministério da Cultura)

As histórias dos dois hinos se coinscidem

Em 300 anos de história, o Brasil a rigor não teve hino algum que fosse seu. Também em Portugal, até o século XVIII, só se cantava o Hino do Rei, que era mudado toda vez que morria um monarca. Pois o Brasil, mesmo depois de sua independência, por nove anos viveu sem hino.

A história do Hino Nacional Brasileiro é pouco divulgada e geralmente se limita a uma breve referência aos autores da letra e da música. No entanto ela é riquíssima e reflete, talvez mais do que qualquer outro dos Símbolos Nacionais, os momentos mais importantes de nossa História.

O hino brasileiro nasceu ao calor das agitações populares, num dos momentos mais dramáticos de nossa História, quando a independência do Brasil vacilava em razão dos desmandos autoritários do mesmo soberano que a proclamara. Para comemorar a abdicação de D. Pedro I, forçada pelo clamor dos patriotas, Manuel da Silva (discíplo de José Maurício e, por algum tempo, de Segismundo Newkomn) refez o hino que criara em 1822 para saudar nossa emancipação política e que se transformou num grito de rebeldia da Pátria livre contra a tutela portuguesa.

Por mais incrível que pareça, durante quase um século o Hina Nacional Brasileiro foi executado sem ter, oficialmente, uma letra. As muitas tentativas de acrescentar um texto à música não vingaram. Os versos não eram bons: os primeiros, carregados de ressentimentos, insultavam os portugueses; os outros pecavam pelas bajulações ao soberano reinante. Assim, a composição de Francisco Manuel da Silva - uma marcha destinada à consagração do hino - só em 1909 recebeu uma letra definitiva. E apenas em 1922, finalmente completa, foi oficializada como Hino Nacional Brasileiro.

Francisco Manuel era um dos que aspiravam à abdicação do Imperador. E mais: sofrera na própria pele a prepotência dos irmão Portugal - maestros Marcos e Simão -, pretensos donos da verdade e (então) os ditadores da música oficial. O próprio Marcos Portugal iria ensair aqui mesmo o drama de Antônio Salieri versus Mozart, ao mover insidiosa perseguição ao padre José Maurício, ao Baiano Damião Barbosa e a todos os jovens talentosos compositores nacionais que lhe pudessem fazer a mais leve sombra. Como Mestre da Capela Imperial, o maestro Portugal chegou mesmo ao cúmulo de proibir que ali fosse executada qualquer música que não fosse de sua autoria! Pois bem - foi ao som do hino criado por um de seus perseguidos que a fragata inglesa Volage levantou âncoras levando D. Pedro I e a sua família para o exílio na Europa.

Segundo Luís Heitor de Azevedo Correia, o Hino Nacional Brasileiro foi cantado pela primeira vez no cais do Largo do Paço (ex-cais Faroux, atual Praça 15 de Novembro, no Rio de Janeiro), "executado entre girândolas de foguetes e vivas entusiásticos", quando da partida de D. Pedro I. Portanto, em 13 de abril de 1831.

O 15 de Novembro
Ernesto Sena conta que a Proclamação da República foi ressaltada "com um ato homérico e decisivo". Que ato foi este? Menos teatral que o brado de "Independência ou Morte!" de D. Pedro I, o Marechal Deodora da Fonseca alçou a espada e ordenou às tropas formadas no Campo de Sant´Ana: "Apresentar armas. Toquem o hino!" As tropas se perfilaram e ouviram-se os acordes do Hino Nacional, tocado pelas bandas militares. Estava feita a República.

Porém esta não é uma informação históricamente correta.

O ato "homérico e decisivo" iria ocorrer, prosaicamente, muito perto da residência de Deodoro, aquele modesto sobrado que hoje ainda se vê, conservado, na atual Praça da República. Mas o Marechal estava muito enfermo e cuidou-se, mesmo que ele se deslocasse em carruagem para o local da cerimônia, hipótese que naturalmente não cabia aos brios de um velho militar. Assim foi que, não sem certa dificuldade, o Marechal montou o cavalo que lhe fora emprestado pelo alferes Barbosa Jr., o famoso baio n.º 6, que não seria mais montado até a morte do animal, em 1906.

Por outro lado, a dispnéia que atormentava o Marechal não lhe permitia usar o cinturão que sustentaria a pesada arma; daí não ter podido "cingir espada" alguma. Então, depois de transpor o portão do Ministério da Guerra, cavalgando o baio, o marechal não cingiu espada e sim acenou com o quepe, como se vê corretamente documentado no famoso quadro de Henrique Bernardelli, tão freqüentemente reproduzido nos livros escolares. Ou no monumento a Deodoro que se ergue na Praça Paris, na Glória, no Rio de Janeiro.

Sampaio Ferraz, testemunha do episódio, confirma a versão de Ernesto Sena, sem contudo dizer qual o hino foi então tocado. Certamente foi o mesmo velho e glorioso Hino Nacional do Império.

Infelizmente, no alvoroço da mudança de regime, muitos esqueceram nossas mais caras tradições. Tal como ocorrera com a Bandeira Nacional, agora também alguns pretendiam considerar o Hino Nacional como "o hino do ex-imperador". Então, equivocadamente e durante dois meses, tomou-se por empréstimos um hino estrangeiro e a Marselhesa transformou-se em uma espécie de hino nacional provisório.

"Prefiro o velho!"
Há muito os republicanos pretendiam adotar um novo hino que substituísse o do Império. O bom senso aconselharia confiar a tarefa a um compositor profissional, a um dos poucos e competentes maestros disponíveis da Corte. Porém, seguindo um velho hábito que infelizmente pendura ainda nos nossos dias, preferiram promover, em outubro de 1898, um concurso, de resto concorridíssimo. Daí resultou ser premiado, com mil francos, uma composição com a música de um amador, o farmacêutico Ernesto Fernandes de Sousa, e versos de Medeiros e Albuquerque.

Sabe-se que, após a Proclamação da República, o Governo Provisório convidara Carlos Gomes para compor o novo hino do Brasil; e que este, por gratidão ao velho imperador, respondeu ao convite com um lacônico - "Não posso".

A República viveu então um sério embaraço. O maestro Carlos Gomes recusara o  convite e a vultosa importância de 20.000$000 (vinte contos de réis) oferecida pela encomenda. Ernesto Fernandes de Sousa, o dublê de farmacêutico e maestro amador recusara o prêmio de mil francos que lhe fora concedido. Dividiram-se as opiniões. Medeiros e Albuquerque defendia a obra de seu parceiro e queria que o hino fosse oficializado. Com isto não concordava Rodrigues Barbosa, um crítico do Jornal do Commercio, que propunha como saída salvadora um outro concurso para a escolha do novo hino. Por sua vez, o jornalista Oscar Guanabarino lutava pela permanência do antigo Hino Nacional.

Realizado o concurso, Guanabarino denunciou o seu resultado em artigo publicado em 4 de janeiro de 1890. Na verdade, o concurso fora instituído para eleger uma composição musical, pois a letra de Medeiros e Albuquerque já fora previamente escolhida pelo Ministério da Justiça. Guanabarino argumentava que, se para isto tinha havido escolha e não concurso, melhor seria que também se tivesse escolhido um músico profissional capaz de inspirar-se na poesia e produzir um hino correto. E sugeria o maestro Leopoldo Miguez, que poderia aceitar a honrosa incumbência e dela dar cabal conta.

Haviam concorrido 29 produções quando, infelizmente, não tínhamos no Brasil nem seis compositores, mesmo contando os estrangeiros naturalizados. Guanabarino acusava:

"Vimos alguns trabalhos concorrentes e a nossa impressão foi a certeza que aqueles hinos atestam a ignorância completa dos seus autores em matéria de arte musical."

Encerrava a defesa da manutenção do Hino Nacional com este argumento:

"Apelamos para o Chefe do Governo Provisório a quem perguntamos: Marechal, nos campos do Paraguai, quando à frente das colunas inimigas a vossa espada conquistava os louros da vitória e as bandas militares tangiam o Hino Nacional, qual era a idéia, qual o nome que acudia à vossa mente no instante indescritível do entusiasmo - a Pátria ou o Imperador?"

Este apelo não cairia em terreno estéril pois coincidia com uma firme convicção do Marechal Manuel Deodoro da Fonseca. E, no dia 19 de janeiro de 1890, o Jornal do Commercio publicava esta declaração da Secretaria de Estado dos Negócios do Interior: "O hino cuja audição será feita no Teatro Lírico em nada prejudica o Hino Nacional, visto ter sido escrito expressamente para comemorar a data da Proclamação da República".

Prevalece a Tradição
Em quase todos os países do mundo há vários hinos oficiais. A Manarquia tinha o Hino da Indepência, o Hino Nacional, o de D. Pedro II e outros. Portugal tem o Hino da Restauração, o da Carta Constitucional e o de D. Carlos I".

Apenas quatro hinos haviam obtido classificação final. Deodoro ouviu todos, na audiência do Teatro Lírico. Gostou. Mas disse: "Ainda assim, prefiro o velho!".

O povo também preferia.

Daí resultou que, no próprio Teatro Lírico e naquela mesma noite de 20 de janeiro 1890, foi redigido pelo Ministro do Interior, Aristides Lobo, um decreto prontamente referendado por todos os outros Ministros ali presentes. O decreto conservava e instituía como Hino Nacional a música de Francisco Manuel e adotava, como Hino da Proclamação da República, a de Leopoldo Miquez.

Este documento dizia, na íntegra, o seguinte:

DECRETO N.º 171, DE 20 DE JANEIRO DE 1890

"Conserva o Hino Nacional e adota o da Proclamação da República."

"O Governo Provisório da República dos Estados Unidos do Brasil constituído pelo Exército e Armada, em nome da Nação, decreta:

Art. 1º - É conservada como Hino Nacional a composição musical do maestro Francisco Manuel da Silva.

Art. 2º - É adotada sob o título de Hino da Proclamação da República a composição da maestro Leopoldo Miguez, baseada na poesia do cidadão José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros Albuquerque."

Uma letra para o hino nacional
Até então, versos diferentes tinham sido juntados à composição de Francisco Manuel, muitos deles em adaptações inadequadas, eivadas de regionalismos e que comprometiam irremediavelmente a beleza e a dignidade do hino. E, pior ainda: em cada estado da União, cantava-se o hino com letras diferentes, nem sempre ajustadas ao bom gosto ou ao ritmo da música. Somente em 1906 Coelho Neto propôs à Câmara dos Deputados que fosse dado ao Hino Nacional um só poema. Proposta que só se concretizou 16 anos depois. Assim a letra definitiva do Hino Nacional foi escrita em 1909, por Osório Duque Estrada. Porém só foi oficializada por Epitácio Pessoa em 1922, às vésperas do I.º Centenário da Independência. Por ter sido originalmente criada para execução em orquestra, a música foi adaptada para também poder ser cantada.

Lei nº 5.700, de 1º de setembro de 1971 Lei que trata dos Símbolos Nacionais, entre eles o Hino Nacional.

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Creedence

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Proud Mary